José Almeida garante que ACAT “nunca recebeu” dinheiro do MAHOT

Escrito por Editor JSN . Publicado em São Nicolau

Presidente da ACAT nega que a sua associação tenha recebido algum financiamento do MAHOT e alega estar a haver “uma confusão” que envolve esta ONG da ilha de São Nicolau. O nome da ACAT figura como tendo recebido 400 contos em 2013

 




O presidente da ACAT, associação comunitária dos amigos do Tarrafal de São Nicolau, nega que a sua ONG tenha recebido quaisquer verbas do fundo do ambiente. José Almeida é categórico e diz mesmo que a ACAT em nenhum momento recebeu dinheiro do ministério do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território, MAHOT.

O nome desta organização da ilha de São Nicolau foi associado ao escândalo do “fundão” no passado dia 24 de setembro num programa televiso da estação pública mas antes a ACAT constou de uma lista divulgada por dois jornais nacionais de que tivera recebido valores monetários.

O JSN apurou, segundo a imprensa nacional, que a ACAT recebeu do MAHOT no ano de 2013, a quantia de 400 mil escudos.

Confrontado com essa informação, o presidente da ACAT recusou a sua veracidade. “A ACAT nunca recebeu nenhum montante do MAHOT”, diz José Almeida para quem estamos perante “uma confusão” o facto de o nome da ACAT “estar na lista dos beneficiados”.

Este líder associativo vai mais longe e diz que “se houver necessidade, podemos pedir um extrato bancário da ACAT” no sentido de “provarmos que não recebemos nada”.

Entretanto, garante que em 2012 a sua ONG foi contemplada com um “único financiamento” do ministério da agricultura cujo montante não revelado foi aplicado na construção de “algumas pocilgas” no Tarrafal.

José Almeida recusa qualquer ligação da ACAT ao PAICV e garante mesmo que apesar de ele presidir a JPAI, a ACAT “não é uma associação do PAICV”.

 


Anísia Campinha

 

 

 

 

 

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