José Freitas de Brito desmente acusações sobre a renúncia de José Joaquim Cabral

Escrito por Editor JSN . Publicado em São Nicolau

José Freitas de Brito posiciona-se face a notícia veiculada pelo Jornal “A Semana online”, de 25 de fevereiro, sobre as motivações da cessação da comissão de serviço do ex- colaborador José Joaquim Cabral, Diretor do Gabinete de Estudos e Planeamento

 

Em comunicado da CMTSN enviado a nossa redação, o Presidente da Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau diz que mais uma vez, o PAICV tenta confundir a opinião pública, lançando um conjunto de suspeições, dizendo inverdades e fazendo crer que as suas mentiras são verdades.

A propósito da renúncia do ex- colaborador José Joaquim Cabral, que exercia funções de Diretor do Gabinete de Estudos e Planeamento e cumulativamente a direção de Saneamento e Ambiente, a CMTSN informa que a mesma deu-se a seu pedido, devidamente fundamentado e de forma normal. "Tudo mais que o PAICV diz é pura demagogia e tentativa danosa de confundir a opinião pública. Infelizmente já estamos todos habituados com esta forma medíocre de fazer política", lê-se ainda no documento.

Quando a atual equipa do MpD assumiu a Administração municipal em 2012, manteve todos os diretores e chefes de serviços em funções. Não demitiu uma única pessoa e eram todas conotadas com o PAICV, realça.
 
A José Joaquim Cabral foram-lhe atribuídas novas responsabilidades dentro da estratégia de governação da nova equipa. Recentemente, entendeu, que deveria mudar de opções para abraçar novos projetos a nível pessoal e profissional. Nada contra. Esta é a única e verdadeira razão da sua saída da Câmara Municipal, que, no entanto, continua a ser um colaborador próximo da Autarquia em vários projetos, escreve a mesma fonte.
 
Salienta ainda que José Joaquim Cabral não é quadro da Edilidade. Esteve em funções em regime de comissão ordinária de serviço, requisitado em 2009 pelo Município do Tarrafal, ao INDP.
 
Quanto a “brigas, desentendimentos e desavenças entre funcionários municipais e elementos da equipa camarária, alguns dos quais com estatuto de assessor”, o MpD quer que essas criticas sejam esclarecidas pelo PAICV.

 



 

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