KUDURO: Marcos Fonseca anima espetáculos no Tarrafal e em Preguiça

. Publicado em São Nicolau

Filho e Cabo Verde, a viver desde os dois anos de idade em Angola, o artista está em São Nicolau para dois espetáculos. Hoje no Tarrafal e amanhã em Preguiça, Marcos Fonseca traz-nos os ritmos vibrantes de um género musical influenciado pelo kizomba, sungura, semba, ragga, rap e afro house


 

Nome emergente do kuduro, Marcos Fonseca, um caboverdiano que foi para Angola com apenas dois anos de idade, regressou a Cabo Verde para se dar a conhecer ao público do arquipélago. Em São Nicolau desde a última quinta-feira, Marcos vai dar dois concertos na ilha.

Na noite deste sábado, pelas 23h30, Marcos Fonseca vai estar no Disco Golfinho, no Tarrafal, e amanhã no Polivalente de Preguiça, para um concerto, pelas 20 horas.

Durante a tarde de sexta-feira, o artista deu uma entrevista à Rádio Comunitária da Ribeira Brava e hoje vai estar no estúdio da Sodade FM e dá uma entrevista ao JSN (que apoia os espetáculos, juntamente com a Agência Qualitur).

Fenómeno urbano, o kuduro surge em Angola no início da década de noventa, ganhando rapidamente a nova geração. Inicialmente assume-se como uma dança, mas com o passar do tempo foi sendo influenciado pelos cânticos nativos, absorvendo os ritmos do kizomba, sungura, semba, ragga, rap e afrohouse, passando a ser o ritmo de diversão da população mais desfavorecida da baixa de Luanda, misturando a língua oficial (o português) com vários dialetos locais e contando histórias do quotidiano. Daí para a frente, saltou as fronteiras de Angola, espalhando-se pelo continente africano e pela Europa, onde é presença constante das noites das principais cidades.

Na edição de amanhã (domingo) saiba tudo sobre Marcos Fonseca.

 

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