EDITORIAL: JSN provoca azia a António Soares

Escrito por Editor JSN . Publicado em Editorial

Líder partidário tenta condicionar a nossa liberdade de informar mas António Soares esquecesse que para informar não precisamos da sua autorização. Não lhe devemos vénia, nem a si nem a ninguém

 



No cumprimento da sua missão de formar e informar, o JSN convidou para uma grande entrevista o presidente do PAICV na ilha de São Nicolau. Depois de contactos telefónicos, António Soares acedeu, favoravelmente, ao nosso convite e até solicitou algumas questões de modo a melhor se preparar por se tratar de uma grande entrevista de balanço do ano em que o nosso Jornal desejava tratar um conjunto de temas.

Com tudo combinado e marcado o dia, a hora e o local da realização da entrevista, António Soares abortou a referida iniciativa, alegando, de entre outros, que o JSN é um órgão que na sua opinião nasceu para dar combate ao seu partido, que a dona do JSN não lhe merece respeito, que a anterior direção escrevia contra o PAICV e pessoas ligadas àquele partido entre outros queixumes.

Não nos surpreendeu entretanto a reação de António Soares e apesar da sua posição o JSN vai continuar firme na sua missão de formar e informar.

A pluralidade de informação melhor contribui para uma opinião pública forte e não será, nunca, os desejos de António Soares e seus correligionários que nos desviarão do nosso objetivo.

António Soares tem que saber que na imprensa livre os políticos não têm que se intrometer, que a missão de informar é dos Órgãos, dos Jornalistas e nunca dos políticos ou daqueles que passam por políticos muitas vezes limitados nas suas capacidades de interpretação em matéria de liberdades e no caso em apreço, liberdade de imprensa.

O JSN não tem outro foco que não informar. E não abdicaremos desta aposta por nós seguida desde a nossa génese.

Registamos e tomamos boa nota dos queixumes e das reservas de António Soares mas deixamos bem claro a ele e aos seus que não precisamos das vossas autorizações para fazer o nosso trabalho. Não devemos vénia nem a si nem a ninguém.

Pela liberdade de imprensa!

 


A Direção

 

 



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