PM apresentou OGE para 2018

Escrito por Editor JSN . Publicado em Economia e Negócios

Um orçamento “alinhado” com o PEDS, “focalizado” no crescimento, na competitividade, no emprego e no desenvolvimento regional e local, pontuou Ulisses Correia e Silva

 



O Primeiro-Ministro apresentou esta segunda-feira, 27, na assembleia nacional, a proposta de orçamento geral de Estado para o ano económico de 2018, um orçamento que conforme UCS faz “forte aposta” na dinamização do setor privado e na integração de Cabo Verde na economia mundial.

 

“Um orçamento que investe na juventude através da educação, da formação profissional, do empreendedorismo, do emprego, do desporto, das indústrias criativas e da bonificação de juros para habitação”, precisou, para de seguida reconhecer que a referida proposta de OGE “investe” na inclusão social e económica das famílias mais desfavorecidas e com dependentes com necessidades especiais.

“Um orçamento que investe na saúde, na justiça e na segurança, domínios importantes na vida das pessoas e do país”, acrescentou.

UCS indica que o OGE para 2018 “aumenta” a massa salarial da administração pública, com as despesas com o pessoal a aumentarem em ordem de 9 por cento, e a massa salarial na ordem dos 7,6 por cento.

UCS indica, no entanto, que em 2018, o salário mínimo nacional vai chegar aos 13 mil escudos, uma proposta que vai ser concertada com os parceiros sociais.

“O Governo irá propor para vigorar para o próximo ano, um aumento do salário mínimo nacional para 13.000$00 em linha com o acordo estratégico de médio prazo que se compromete em atingir 15.000$00 até 2021”, indicou.

No entender do PM o OGE para o ano de 2018 irá “reforçar” e “consolidar” medidas de fomento, estímulo e incentivo ao investimento privado, ao empreendedorismo e à criação de emprego. “O propósito é acelerar o crescimento económico inclusivo e sustentável e garantir mais e melhores empregos”, disse, admitindo que economia nacional está em processo de “recuperação acelerado”, com os indicadores do clima económico e de conjuntura económica “são favoráveis”, num claro “contraste” com o que vinha acontecendo desde 2012.


“Há mais créditos orientados para investimentos de empresas, o que é sinal de maior confiança na economia do país”, considerou.

 

 

 

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